A importância da mulher na história

Março é o mês que se comemora o Dia Internacional da Mulher, uma data não apenas para homenageá-las, e sim para uma reflexão sobre a importância do sexo feminino na história do mundo. São milhares de mulheres que marcam os nomes em várias áreas de atuação, mudando a vida de muita gente com sua luta.

A Zilda Arns Neumann, fundadora e coordenada da Pastoral da Criança, foi uma dessas mulheres. Ela ajudou a criar o movimento que reduziu drasticamente a mortalidade infantil no Brasil, a pediatra de formação foi uma das profissionais da saúde que ajudou a propagar o uso do soro caseiro no país. A solução simples formada de água, açúcar e sal evitou que crianças morressem de diarreia e desidratação. A mortalidade infantil caiu Brasil de 62/mil nascidos vivos (década de 1980) para 20/mil nascidos vivos.

Na área dos negócios, a empreendedora Luiza Helena Trajano é uma das mulheres mais poderosas do país, à frente da rede Magazine Luiza há cerca de 20 anos. Ela fez com que o seu pequeno empreendimento se deslocasse do interior para ganhar a capital do estado de São Paulo, e hoje são mais de 800 lojas no Brasil.  Ela transformou a marca em uma das maiores e mais conceituadas do mercado, um grande exemplo de empreendedorismo de sucesso.

Nunca foram fáceis as conquistas para as mulheres. No Brasil, por exemplo, as mulheres só puderam se matricular em estabelecimentos de ensino em 1827 e o direito a cursar uma faculdade foi adquirido somente cerca de 50 anos depois, e apenas em 1887 o país formou sua primeira médica.

Na área do direito, a Ellen Gracie alcançou um nobre feito: foi a primeira mulher a integrar a Suprema Corte do Brasil desde a sua criação. A ministra ainda se tornou a primeira figura feminina a presidir o STF. Em 2000 foi nomeada para exercer o cargo de ministra do STF e em 2004 empossou-se no cargo de vice-presidente do Supremo e em 2006, tomou posse no cargo de presidente do STF.

O primeiro Código Civil brasileiro, aprovado em 1916, reafirmou muitas das discriminações contra a mulher. Escreveu a professora Maria Lygia Quartim de Moraes: “Com o casamento, a mulher perdia sua capacidade civil plena. Cabia ao marido a autorização para que ela pudesse trabalhar, realizar transações financeiras e fixar residência. Mas, com muita vontade de mudar essa realidade e anos de luta, as mulheres conseguiram fazer diferente em todas as áreas de atuação.

A pedagoga Maria Teresa Mantoan é prova de como uma mulher pode realmente fazer a diferença, ela dedica-se às áreas de pesquisa, docência e extensão, e é defensora do direito incondicional de todos os alunos terem acesso à educação escolar de nível básico e superior de ensino. Oficial na Ordem Nacional do Mérito Educacional no Grau de Cavaleiro, recebeu esse reconhecimento em razão de sua contribuição à educação no Brasil.

Mesmo diante de quantas conquistas, os desafios da mulher não são apenas na área profissional. Conciliar: trabalho, casa, filhos e outras atividades requer muito esforço e coragem, principalmente em uma sociedade historicamente machista. E essa é a luta diária que o sexo “considerável frágil” prova no dia a dia, que a sua força é uma grande virtude.

E nesse caminho de lutas e conquistas, o conhecimento é uma ferramenta de grande valia em todas as áreas de atuação. Fazer uma pós-graduação, pode fazer a diferença na sua vida e na de muita gente.

Venha escrever a sua história, estude com a gente!

 

 

Compartilhe:

Avenida Dom Pedro II 3973 SL 401 Carlos Prates Belo Horizonte/MG CEP: 30710-535

0800 944 5006

(31) 97584-3344

atendimento@institutoipb.com.br