Complementação pedagógica EaD: 6 motivos para ampliar a sua formação

complementação pedagógica

O que um bacharel ou tecnólogo precisa para dar aulas no ensino básico? Engana-se quem acredita que a única alternativa é começar uma licenciatura do zero. Com a complementação pedagógica ead, é possível tornar-se um professor em até dois anos.

Também chamada de programa de formação de docentes, a modalidade foi criada pelo Ministério da Educação (MEC), por meio de uma resolução, a fim de suprir a carência de professores na educação básica. Por isso, esse tipo de curso é voltado, justamente, a quem já possui um curso superior com grau de bacharel ou tecnólogo.

Neste artigo, você entenderá melhor o que é e como funciona esta modalidade. Além disso, elencamos 6 motivos para investir nesse tipo de formação. Confira a seguir!

O que é e como funcionam os cursos de complementação pedagógica EaD?

Por se tratar de uma alternativa para formar professores em menos tempo, os cursos podem durar de 12 a 24 meses. A carga horária varia entre 1.000 e 1.400 horas, dependendo do grau de equivalência entre as disciplinas da primeira graduação e a licenciatura escolhida, sendo que o mínimo é de 160 horas.

Assim, o curso aproveita as disciplinas específicas cursadas na formação anterior e foca em matérias pedagógicas. O objetivo com isso é preparar o profissional para a realidade das salas de aula. Portanto, esse tipo de curso está estruturado em disciplinas como psicologia da educação, didática, práticas e metodologias de ensino.

Além disso, é importante que o estudante cumpra 300 horas de estágio supervisionado. Ao final do curso, o diploma recebido equivale ao de uma licenciatura na área escolhida. O documento é válido em todo o Brasil, habilitando o profissional para dar aulas nos ensinos fundamental e médio, em escolas públicas ou particulares.

Por que investir em uma complementação pedagógica EaD?

1. Bacharéis podem dar aulas legalmente

Pela lei brasileira, quem tem apenas um diploma de bacharel não está habilitado a lecionar nenhuma disciplina nas escolas. No entanto, para suprir a carência de professores especializados em determinadas áreas, estes profissionais acabam assumindo algumas aulas, mesmo sem o amparo da legislação.

Complementação pedagógicacomplementação pedagógica coloca um fim nesse problema, habilitando bacharéis para dar aulas legalmente. Além disso, essa formação capacita o profissional para encarar a realidade escolar. Afinal, esse tipo de curso fornece bases pedagógicas necessárias para que o professor saiba utilizar técnicas adequadas para ensinar.

Em síntese, programas de formação de docentes aproveitam os conhecimentos específicos do bacharelado, e os une às teorias pedagógicas. Portanto, a formação de quem trilha esse caminho é tão completa quanto a de quem cursou uma licenciatura convencional. Seu diploma também possui a mesma validade.

2. Mais oportunidades em concursos públicos

A área da Educação é uma das que mais oferecem oportunidades em concursos públicos. Especialmente na esfera municipal, os processos seletivos para contratação de professores são bastante frequentes. Também há muitos concursos no âmbito estadual, normalmente com um grande número de vagas.

As oportunidades para professores, no entanto, são restritas a quem possui licença para lecionar. Portanto, somente aqueles que têm um diploma de licenciatura ou de complementação pedagógica podem participar.

Sendo assim, o bacharel que investe em uma formação docente multiplica suas chances de entrar no serviço público. Afinal, além de poder participar dos processos seletivos para a área de sua primeira formação, também poderá se candidatar para exercer a função de professor nas escolas públicas.

3. Possibilidade de conciliar duas carreiras

O profissional que possui uma complementação pedagógica também amplia suas oportunidades no setor privado. Com seus dois diplomas, é possível encontrar trabalho tanto na área de sua primeira formação quanto em escolas particulares.

Muitos profissionais, inclusive, conseguem conciliar as duas carreiras. Um bacharel em tradução, por exemplo, pode trabalhar em uma editora no período da tarde e dar aulas de português ou de língua estrangeira no período da manhã.

Da mesma forma, um engenheiro civil pode ensinar matemática sem abrir mão de sua carreira como profissional liberal. Basta organizar a agenda para conciliar todos os compromissos e, assim, complementar a renda.

4. Suprir a carência de professores nas escolas

A educação básica frequentemente sofre com a falta de professores para lecionar determinadas disciplinas. Em muitos casos, docentes de uma matéria assumem aulas de outra na tentativa de superar esse déficit. Em outras ocasiões, os professores sequer possuem o ensino superior completo.

No ensino fundamental, o que mais faltam são professores de matemática, segundo dados do Censo Escolar. Já no ensino médio, as disciplinas que mais sofrem com carência de profissionais são: física, química e língua estrangeira.

Essas lacunas podem ser perfeitamente preenchidas por bacharéis com diploma de complementação pedagógica ead. Sem contar que, ao investir na formação docente nessas áreas, as oportunidades são ainda maiores, visto que faltam profissionais capacitados.

5. Facilidade para ingressar no curso

Fazer uma segunda graduação pode ser desanimador. De fato, prestar outro vestibular e passar mais três, quatro ou cinco anos estudando não é nada fácil, especialmente quando já se tem uma vida profissional corrida.

Entretanto, na complementação pedagógica esse processo é mais simples, começando pelo fato de que não é necessário passar pelo vestibular. Basta que o estudante tenha concluído o ensino superior para que possa fazer a matrícula.

Em geral, as instituições apenas avaliam o histórico escolar, pois é preciso que as disciplinas do primeiro curso tenham correlação com a área escolhida para a formação docente.

6. Possibilidade de fazer o curso à distância

Outra facilidade encontrada pelos alunos dos programas de formação de docentes é a possibilidade de fazer o curso à distância. Nesta modalidade, o estudante tem flexibilidade para estudar quando e onde quiser.

Desde que possua um computador, notebook, tablet ou até um celular com acesso à internet, é possível acessar a plataforma EAD e assistir às aulas, ler os textos das disciplinas e fazer os exercícios.

Esse modelo de estudo é ideal principalmente para quem tem uma rotina corrida e, por isso, não conseguiria frequentar as aulas em dias e horários preestabelecidos.

Como escolher a instituição e o curso?

Ao escolher um curso de complementação pedagógica à distância, é importante ter em mente que apenas aqueles reconhecidos pelo MEC podem conceder diplomas válidos.

Portanto, é fundamental verificar se a instituição está autorizada e se o curso é realmente reconhecido. Não é difícil descobrir essas informações. Basta acessar o site do MEC e fazer uma busca pelo nome da instituição. Em seguida, procure pelo nome do curso na aba “Graduação”.

Outra recomendação é priorizar a qualidade do corpo docente. No Instituto Pedagógico Brasileiro (IPB), por exemplo, 100% dos professores são mestres e doutores, proporcionando um ensino de qualidade com profissionais altamente especializados.

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